Da improbabilidade do cisne negro às feridas nacionais, do cansaço do confinamento à esperança de novos tempos, os media passados em revista por Carlo Magno trazem-nos frases sintomáticas, espaços em branco, e o ato de rir como medicamento. Se “estar longe faz-nos sentir tão próximos”, temos o contraponto da indiferença de Jair Bolsonaro perante o aumento das mortes no Brasil, clamando: “e daí? Sou Messias, mas não faço milagres”. A fechar, o New Yorker, que nos propõe um guia da cidade agora vazia – para quando pudermos voltar a sair.
(01/05/2020)
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Máscaras e luvas, gente à janela, ruas desertas, cidades vazias. Médicos e enfermeiros, cientistas economistas. Estatísticas e gráficos. Nas capas das revistas, as imagens...