Da improbabilidade do cisne negro às feridas nacionais, do cansaço do confinamento à esperança de novos tempos, os media passados em revista por Carlo Magno trazem-nos frases sintomáticas, espaços em branco, e o ato de rir como medicamento. Se “estar longe faz-nos sentir tão próximos”, temos o contraponto da indiferença de Jair Bolsonaro perante o aumento das mortes no Brasil, clamando: “e daí? Sou Messias, mas não faço milagres”. A fechar, o New Yorker, que nos propõe um guia da cidade agora vazia – para quando pudermos voltar a sair.
(01/05/2020)
A paciência chegou ao fim. Desconfina-se e é tempo de acertar as contas. Para o El País, a fotografia do momento – ainda que...
A mistura de línguas na imprensa global tem como palavra transversal a Covid. Shakespeare escreveu o Rei Lear durante a quarentena da peste. Já...
No quiosque virtual de Carlos Magno, as notícias parecem girar sobre si próprias, acumulando perguntas de um mundo interrompido: será o fim da globalização?...