Muito vai ter que mudar na edição dos jornais e revistas depois da pandemia. Perante a crise da imprensa e a angústia geral, o Guardian pergunta: como ser criativo em tempo de crise?
Na revista brasileira Piauí vemos Bolsonaro, o presidente brasileiro a beijar “apaixonadamente” o esqueleto da morte. As revistas estão de quarentena – algumas vestem apenas uma máscara, outras adornam-se com teclas e outras, como a Fact do Dubai ilustra um Ramadão passado em casa, com um vírus corona no lugar das estrelas. O mundo mudou muito, mas muito pouca gente quer mudar e sair da zona de conforto, como é o caso dos jornais.
(09/05/2020)
A imprensa noticiosa torna-se instantânea, o papel vai morrendo em favor do ecrã. Turbilhão de temas, imagens e significados: máscaras e joelhos no chão,...
Máscaras e luvas, gente à janela, ruas desertas, cidades vazias. Médicos e enfermeiros, cientistas economistas. Estatísticas e gráficos. Nas capas das revistas, as imagens...
As imagens surgem a uma velocidade mais lenta. Certos de que não voltaremos ao que éramos, esperamos a segunda vaga. A Vogue leva à...