Muito vai ter que mudar na edição dos jornais e revistas depois da pandemia. Perante a crise da imprensa e a angústia geral, o Guardian pergunta: como ser criativo em tempo de crise?
Na revista brasileira Piauí vemos Bolsonaro, o presidente brasileiro a beijar “apaixonadamente” o esqueleto da morte. As revistas estão de quarentena – algumas vestem apenas uma máscara, outras adornam-se com teclas e outras, como a Fact do Dubai ilustra um Ramadão passado em casa, com um vírus corona no lugar das estrelas. O mundo mudou muito, mas muito pouca gente quer mudar e sair da zona de conforto, como é o caso dos jornais.
(09/05/2020)
Donald Trump continua nos holofotes do mundo. Carlos Magno guia-nos pela teoria QAnon, conspirativa, defensora de uma “cabala mundial de pedófilos que adoram Satanás...
A paciência chegou ao fim. Desconfina-se e é tempo de acertar as contas. Para o El País, a fotografia do momento – ainda que...
Da improbabilidade do cisne negro às feridas nacionais, do cansaço do confinamento à esperança de novos tempos, os media passados em revista por Carlo...